sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Áudiodescrição Natal da Turma da Mônica





Quando falamos em escola inclusiva, nos referimos as instituições que recebe, acolhe e oferece recursos de aprendizagens para todos os alunos, sem distinção de raça, credo, religião ou qualquer deficiência. Esses recursos colaboram na evolução destas pessoas, derrubando as barreiras que impedem seu desenvolvimento. Diante disso, apresento um dos recursos fundamentais para as pessoas com deficiência visual a audiodescrição: um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas em eventos culturais, turísticos, acadêmicos e outros por meio de informação sonora." A audio-descrição transforma o visual em verbal ou melhor, transforma o olhar em palavras".( autor desconhecido)
O uso deste recurso na escola permite a participação de todas as pessoas a terem acesso ao mundo das imagens e a eliminação de barreiras de comunicação.


http://www.youtube.com/watch?v=19syxu4Xb


sexta-feira, 18 de outubro de 2013



Jogos para as crianças com deficiência intelectual

Os jogos e brincadeiras proporcionam a aprendizagem por meio de materiais concretos e de atividades práticas, onde a criança cria, se expressa, realiza, reflete, analisa e interage com seus colegas e com o gestor da sala de aula.
Segundo a concepção de Vygostsk, enquanto a criança brinca, ela reproduz regras, vivências princípios que está percebendo na realidade. Logo interações do real, promovendo o desenvolvimento cognitivo. De acordo com o autor acima citado, o jogo e o brinquedo são materiais que devem ser explorados como um riquíssimo recurso pedagógico, pois além de desenvolver regras de comportamentos, o jogo atua na zona de desenvolvimento proximal, ou seja, a criança consegue expressar várias situações de jogos, as quais ainda são capazes de realizar numa aprendizagem formal.
   De acordo com Vygotsky (1988), a arte de brincar para as crianças com deficiência intelectual pode desenvolver a imaginação, a confiança, a autoestima, o autocontrole e a cooperação. È considerável que o jogo como exercício de preparação para a vida adulta.
   Segundo Piaget, o indivíduo adquirem conhecimentos segundo o seu estágio de desenvolvimento é a partir das diversas formas de aquisição do conhecimento que se dá a aprendizagem. Piaget (1996) classifica os estágios do desenvolvimento da criança em quatro períodos:
·         Período sensório motor do nascimento aos 2 anos de idade a partir dos reflexos pode agir por imitação ou simulação.
·         Estágio Operações concretas dos 7 aos 12 anos de idade as crianças desenvolvem algumas noções com tempo, espaço e velocidade sendo capaz de relacionar diferentes aspectos dependendo ainda do mundo concreto para chegar à abstração.
·         Estágio das operações formais da adolescência em diante, a criança é capaz de pensar com lógica, busca soluções a partir de hipóteses.
    Piaget (1975) valoriza a prática lúdica para o desenvolvimento infantil seja harmonioso, pois tal recurso propicia a expressão do conhecimento.
   Se baseando nas duas concepções de Piaget e Vigotsky, segue sugestões de alguns jogos e brincadeiras que de forma lúdica e pedagógica facilitam a aprendizagem dos conteúdos.

BOLICHE DAS LATAS
Estimula: A motricidade, desenvolvendo a atenção e concentração, força e direção. Organização lógica matemática por meio da construção de sequência numérica, formas e letras. 



                              
Descrição: Bolas de meia com algumas meias juntas, que são enfiadas no fundo de uma meia comprida. Para arrematar, torcer e desvirar o cano da perna de meias vária vezes, recobrindo a bola para posteriormente costurá-las. Latas vazias do mesmo tamanho com números colados. Os números podem ser substituídos por formas, letras, cores e imagens de animais ou objetos de vida diária.

Intervenções:

·         Solicitar que empilhem as latas em forma de castelo;
·         Solicitar que empilhem as latas de forma como a criança acharia melhor para derrubar;
·         Organizar as latas por ordem numérica;
·         Contar quantas latas foi derrubado;
·         Contar a quantidades dos números que estão nas latas
.
Mecanismo de aprendizagens:

·         Motivação a participação das atividades lúdicas;
·         Concentração e atenção
·         Metacognição

ALINHAVO

Estimula: motricidade, coordenação bimanual, atenção e concentração, orientação espacial e alinhavo.

Descrição:
   Através de colheres coadoras, agulhas plásticas de crochê tamanho grande para alinhavar. Fichas de cartolinas guache feitas como modelo de frutas, animais, formas, números entre outros.

                          

 Intervenções:

·         Alinhavar de forma desorganizada;
·         Alinhavar de um por um nos buracos;
·         Alinhavar de dois em dois espaços;
·         Desfazer o alinhavo
·         Fazer questionamentos reforçando o que foi solicitado. (Qual cor da linha? Qual desenho formou após o alinhavo? Entre outros).

Mecanismo de Aprendizagem 

·         Atenção e concentração
·          Coordenação Motora fina e ampla
·         Memória

JOGOS DE TUBOS

Estimula: Atenção, concentração e memória. Reconhecendo seu nome e números, como também motivar as crianças a participar de atividades lúdicas.
           

Descrição: Tampa de uma caixa de papelão, rolos de papel higiênico, neles deverão estar contidos números, seu nome e de seus amigos. Utilizar bolas de gude ou ping-pong.


Intervenções:
Acertar as bolinhas em um dos tubos de forma alienada, em seguida tentar colocar no seu nome ou no nome de seu amigo; Falar o nome do amigo em que a bolinha caiu; fazer a contagem dos números em que foi acertado o alvo.

Mecanismo de aprendizagem:
·         Atenção e concentração
·         Transferência
·         Metacognição
·         Motivação coordenação motora

Quebra – cabeça dos palitos

Estimula: memória, a criatividade, identificação de formas cores, Noções espaciais e quantidades.

Descrição: palitos de picolé pintados e coloridos, com velcro nas pontas.

           
Intervenções:

   Montar de forma espontânea objetos livremente;
   Montar as formas geométricas, classificando por cores, formas e quantidades;
   Utilizar de questionamentos que desenvolvam a oralidade, como:Que objeto você montou?
   Quantas quantidades você utilizou?
    Quais cores?Entre outros.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013



Recurso de Tecnologia Assistiva para ser utilizado por alunos com Deficiência Fisíca

     Foi o tempo em que o quadro negro e o giz eram as únicas ferramentas de trabalho do professor. Hoje os livros, a informática, os jogos, os filmes, todos os recursos que levam o aluno a ter participação, envolvimento, socialização e principalmente aprendizado tem grande importância, pois colabora de forma que os alunos com deficiência se sintam envolvidos, além de promover mais entusiasmo e estímulos no desenvolvimento de uma aprendizagem mais significativa.
     Segundo a psicóloga Daniela Alonso, consultora da área de inclusão e selecionadora do prêmio Victor Civita – “essa proposta mostra como é possível garantir a participação, o respeito, á diversidade e principalmente a importância das necessidades individuais”. O professor deverá estar atento às habilidades apresentadas pelos alunos e assim poderá criar recursos de tecnologia assistiva para que aconteça de verdade esta inclusão.


     Os materiais de tecnologia assistiva podem ocorrer de forma mais simples como a mudança de posição de um talher, como o avanço de novos softwares. Segue abaixo algumas sugestões que podem auxiliar no envolvimento das crianças com deficiência físicas:
Prancha de comunicação (imagem retirada da cartilha tecnologia assistiva nas escolas 2008).
·         A prancha de comunicação pode ser confeccionada em papelão, em pranchetas ou com fichas de imagens ou figuras reais que facilitam a comunicação e a expressão do aluno durante as atividades.
Livro Adaptado
(Imagem retirada da cartilha de tecnologia assistiva nas escolas 2008).
·    
                  O livro de história adaptados com fichas de comunicação contendo imagens que substituem o texto, tem como objetivo de facilitar a compreensão, a interpretação e a comunicação do aluno.


        




(Imagens retiradas da cartilha de tecnologia assistiva nas escolas 2008)
Adaptador para pintura e escrita

·         Confeccionado com pedaço de espaguete de piscina, revestido com E.V.A.
·          O lápis está com um engrossador de borracha quadrada e fina.
Estes adaptadores auxiliam os alunos com dificuldades motoras, impossibilitando de segurar objetos escolares de espessura fina, ampliando assim, suas possibilidades para diversas atividades.


 (Imagem retirada da cartilha de tecnologia assistiva nas escolas 2008)
·         Mobiliário:
A adaptação do mobiliário visando adequá-lo a postura do aluno, contribuindo para o maior comportamento do rendimento escolar. A escola poderá modificar a cadeira aumentando ou diminuindo sua altura. O apoio dos pés podem ser de madeira ou lista telefônica revestida.

terça-feira, 30 de julho de 2013

AEE Fechamento -Karla Patricia



 João Pessoa, 30 de julho de 2013.
DISCIPLINA AEE – FECHAMENTO
Karla Patrícia Lima da Silva
        Ao refletirmos sobre o papel do professor do AEE na escola e na sala de RM, podemos ressaltar e pontuar a citação de Gomes, Figueiredo 2010, p.9, onde o professor da sala de recurso deve centrar-se na atenção aos aspectos que podem potencializar o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno, objetivando também eliminar as barreiras que dificultam a aprendizagem desse aluno.  Identificando, elaborando e organizando recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem tais barreiras para a plena participação considerando suas necessidades especificas.  O papel do professor da SRM deve focar na pessoa e não na deficiência, por isso, nenhum plano pode ser igual.
     Devemos enfatizar, sobretudo, a relação harmoniosa que deve acontecer entre o professor da sala de recurso, o professor da sala regular e a família do aluno, pois é através dessa parceria que facilitará a ampliação das suas habilidades, promovendo sua autonomia, participação e aprendizado.
     É importante lembrar que a sala de recurso, não é um serviço de terapia ou de reforço, mais sim um serviço de natureza pedagógica, que facilita e articula o processo de adaptação do aluno as exigências do ensino comum. Porém não substitui o ensino comum e sim o completa.
      Partindo desse foco, é essencial que o professor da sala de recurso se aproprie de informações, levantamentos de dados que ajudará O professor da SRM, a compreender melhor a situação-problema do aluno a fim de selecionar os melhores recursos para melhorar as barreiras que impedem seu aprendizado e a interação dele na sociedade. Por isso o professor deve estar muito atento às potencialidades e habilidades do aluno, ele deve indicar os aspectos que considera positivo e a partir deles definir com clareza os objetivos a ser alcançados quanto na sala de recurso, quanto na sala de aula. Por isso a importância do estudo de caso no AEE, pois é através dele que facilitará a apresentação, esclarecimento, identificação e solução de problema, considerando a história de vida individual do aluno e da família. Por isso o plano do AEE contribui de forma significativa no aprendizado do aluno seja ele feito com objetividade a longo, a média ou pequeno prazo, buscando sempre ser reavaliado para obter metas pré - estabelecidas.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Assistam aos vídeos muito bons!!!

• Rafinha 2.0
Duração: 9min36seg, em Português
http://www.youtube.com/watch?
v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F


• Shift Happens
Duração 7min38seg, com legenda em inglês
http://www.youtube.com/watch?v=fhnWKg9B2-8


• Did You Know 2.0
Duração 8min19seg, com legenda em português
http://www.youtube.com/watch?v=I47Hcc7HHOM

• Web 2.0
• Duração 4min32seg, com legenda em português
http://www.youtube.com/watch?v=X4n90pO-kRk


• Help Desk na Idade Média
Duração 2min39seg, em Inglês, com legenda em português
http://www.youtube.com/watch?v=IJq-x2Vrv8c